Resenha / O Arqueiro


Opa, gente! Como estão vocês nesta pacata segunda-feira? Hm... Estou entediado, mas não há nada melhor que uma boa leitura para nos animar, não?! Então, hoje trago a resenha do livro O Arqueiro, do autor Bernard Cornwell, é o primeiro livro da série A Busca do Graal, que é publicada pela editora Record aqui no Brasil.

SINOPSE: Thomas de Hookton, hábil e corajoso arqueiro inglês, deixa as fileiras do exército e parte em uma missão que o leva em viagens entre a Escócia e a França. O jovem segue a trilha do mítico Santo Graal, com a bênção da coroa britânica, e em seu caminho enfrenta inúmeros inimigos e aventuras. Perigos e adversários que o conduzem a outra busca: a de suas verdadeiras origens, ligadas a uma misteriosa família nobre que, por séculos, teria sido a guardiã da mais sagrada das relíquias cristãs, mas que tinha caído na desgraça da heresia.

Primeiramente, quero dizer, o livro é um prato cheio para quem gosta de livros com guerras, mortes, mistério e por aí vai, é simplesmente incrível o que o Bernard consegue fazer com a trama, torna-lá maleável. O cenário do livro, é a guerra dos Cem Anos, porém, digo que não tem muita ação quanto eu esperava, consiste mais em invasões, saqueamentos e por aí vai, só o final que é bem movimentado e me faz esperar que nos próximos livros tenham mais ação, lutas e muito drama!
Thomas de Hookton (Hookton é o nome da vila onde eles vivem), faz uma promessa ao seu pai, que é um padre que estava prestes a morrer, devido uma invasão. Thomas promete que irá trazer novamente o Santo Graal de volta, pois havia sido saqueado durante a invasão. E no livro, há esta emoção, coragem e braveza do Thomas colocado. Como foi uma promessa ao seu pai, ele não queria covardia na missão. 

O Santo Graal é a espada de São Jorge, mas além de ir atrás dela, o protagonista quer saber mais sobre o assassino do seu pai para ter ao menos uma vingança justa. Durante o assassinato, ele não conseguiu ver tanto o rosto do homem, quando vai atrás de informações, Thomas descobre muitas coisas que jamais poderia imaginar.
E como todo soldado precisa de ajudantes, para ir atrás do Graal, Thomas se une aos arqueiros, pois o protagonista tem um incrível talento e maestria com a arma. Já ouvi falar muito do Bernard, mas não pensei que fosse tão fascinante ler a obra. Não tenho dúvidas de que essa obra, apesar de ser introdutória, encantou-me muito mais que As Crônicas do Gelo e do Fogo do G.R.R. Martin. 
A diagramação do livro é bem simples, mas compensa na capa, que a ilustração nos encanta mostrando justamente o Thomas com o seu arco.




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Resenha / A Mais Pura Verdade

Oi, oi pessoas! Neste chato domingo, trago uma resenha de um livro bem fofinho, A Mais Pura Verdade, que foi publicado em 2015 pela Novo Conceito. Primeiramente, vou falar sobre a diagramação que achei impecável! O que me achou a atenção logo de primeiro, foi sua capa, que representava um dos momentos finais do livro, o que mostrou a fidelidade em uma amizade entre um jovem garoto e o seu cachorro. Quando o livro chega em suas mão, e você abre, a qualidade do papel é maravilhosa para a leitura e as ilustrações que tem no livro, também são belíssimas, é mais um motivo que me fez ter a certeza que foi uma boa compra.
SINOPSE: Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.
Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier. Nem que seja a última coisa que ele faça.
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.

Como podem ver pela sinopse, é um livro emocionante. Mark tem um câncer que pode o levar a morte, e é justamente isto que ele pensa quando decide fugir de casa. Em momentos anteriores, já havia tido a doença, mas recebeu alguns exames que comprovaram que já estava nula em seu corpo, até que um belo verão se tornou um pesadelo quando recebeu a notícia que a doença estava em seu corpo novamente.
Se já é triste vermos esta doença em adultos, imagine em crianças que ainda são tão inocentes e angelicais. Em fases difíceis, ele só teve Jessie, sua amiga, e seu cachorro, Beau, ao seu lado. Eles sim, foram seus amigos verdadeiros. Mas o que fazer quando você percebe que está à ponto da morte? Que toda a felicidade repentina ao seu redor transformou-se em um pesadelo pior que o antigo? Mark soube o que fazer. Fugiu de casa em uma aventura com o seu cachorro para alcançar o topo do Monte Rainier.

Antes de toda a viagem, ele precisa levar consigo algumas coisas em sua bolsa, para poder fazer aquele momento ser inesquecível, ser o melhor momento de toda a sua vida... O principal, é sua câmera, que é para capturar as melhores coisas que ver em sua aventura. Além do motivo de estar sentindo a morte se aproximando, Mark fez uma promessa ao seu avô de escalar o Monte Rainier e também não queria morrer como o mesmo, fraco e em cima de uma cama, o garoto queria viver, queria ao menos saber o significado da palavra felicidade.
De uma maneira simples e bela, o autor Dan Gemeinhart, nos leva ao mundo de uma criança que em seus piores momentos, abriu seus olhos e percebeu que não devia terminar sua vida daquela maneira. Ao viajar, ele enfrenta mais dificuldades do que poderia pensar, mas manteve a coragem e enfrentou tudo com o seu cão Beau. 
Jessie, mesmo distante, já sabia do plano do seu amigo, e não conseguiu largar os pensamentos de onde ele poderia estar e como estaria. Em A Mais Pura Verdade, vemos que a coisa mais importante que podemos ter, é o amor.

Conhecendo a autora Danka Maia


Oi gente, tudo bem? Espero que sim. Novamente, venho trazendo mais uma entrevista para vocês, desta vez, com a autora Danka Maia que cada vez mais, vem publicando livros maravilhosos, como é o caso do seu livro Boto: O Prazer Vem das Águas. Muitas das obras da autora estão todas disponíveis na Amazon, só clicar aqui para ter acesso e disponíveis gratuitamente no Kindle Unlimited. Então, sem mais papo, vamos para à entrevista?

Quando e como apaixonou-se pela literatura?
Eu me apaixonei mesmo quando li o livro de Agatha Christie, O Caso Dos Dez Negrinhos. Eu já tinha lido Monteiro Lobato, tinha onze anos e aquele foi um contato especial. Eu queria saber como ela tinha pensado em algo tão inteligente e envolvente. Como eu já tinha uma história pregressa com meu pai com os gibis, comecei a esboçar algumas coisas. Eu passei pelos poemas, depois crônicas e por fim os livros.

Qual seu livro preferido e com que motivo?
Meu livro predileto é Atos de Fé de Erich Segal. Ele foi o primeiro livro de romance que li que tratava sobre um amor impossível. Um amor entre um padre em ascensão dentro da igreja católica com a filha de um rabino ortodoxo. Aquela história até hoje me causa borboletas no estomago quando a leio, especialmente a página que ele vai atrás dela num kibutz, o encontro é dramático.
Ela o pergunta: Como foi que você me achou?
Ele responde: Usei Jeremias 29: 13, “E me buscareis e me achareis quando me buscares com toda força do seu coração”.
Arrepio até hoje!

Hoje eu trabalho para viver meu sonho de ser conhecida nacionalmente e internacionalmente. Para isso é que me dedico tanto sendo escrevendo, estudando.


E como começou sua paixão pela escrita? Quando começou a escrever e qual foi seu primeiro livro?
Eu comecei escrever antes de saber de fato escrever. Explico. Quando tinha uns três ou quatro anos de idade, meu pai só ficava em casa aos domingos, pois trabalhava muito e aquele com tempo para mim era muito precioso, mas meu pai adorava ler, entre livros, jornais haviam os gibis, um a paixão dele. Então tínhamos um trato, ele costumava a me dar os gibis que ele cansara de ler (risos), porém eu ficava intrigada porque aqueles livros, gibis chamavam tanto a atenção dele. Um dia eu quis um gibi que pelas regras ainda não poderia ser meu. Fiz birra, choro, coisas de criança, e ele me deu um conselho. Disse para que “lesse” o gibi, gravasse a história e montasse minha própria história em minha cabeça diante daquelas gravuras, assim teria uma história só minha.Pronto! Não parei mais!
Lembro-me de ficar pela casa atrás de minha mãe contando minhas histórias diante dos gibis que tinha. Sabia todas de cor.
Então, foi ali que de fato eu comecei. Com o tempo, eu cresci, aprendi a ler e escrever, vieram as redações, as leituras, os poemas sofridos da adolescência, (mais risos), foram fases gostosas da minha vida. Até que chegou a hora de sentar e escrever um livro de verdade. Meu primeiro livro foi A Casa Dos Destinos e foi o meu primeiro publicado por uma editora. Foi uma experiência incrível.

Qual o seu maior sonho neste mundo literário? 

O que acha do mercado literário atual?
O mercado está complicado. A realidade econômica no país afetou diretamente toda parte de entretenimento onde entre tantas coisas está a literatura que já não é tão forte.  Mais do que nunca as editoras hoje valorizam um nome forte, com vendas certas e um produto (livro) que venda.  Por outro lado eu acho que ser independente nunca foi tão bom e lucrativo. Quando se trabalha direitinho a longo prazo o trabalho cresce e isso reverte diretamente na sua carreira literária. Torço pelo dia que editoras valorizem os autores nacionais. Mas há alternativas legais sim e quem quer trabalhar consegue.

De onde veio a inspiração para o livro?
Eu tenho hoje 25 trabalhos escritos e ainda é complicado para eu falar sobre inspiração. (Risos). Talvez pelo modo como fui condicionada pelo meu pai e por ter facilidade em criação eu não veja a inspiração como essa mulher que vem na calada da noite e te fala coisas. Acho que a vida em si é o nosso maior poço de inspiração, mas a fundo você e suas emoções são inspiração. Então as minhas ideias vem até mim. Eu não sei explicar como acontece, mas eu gosto que seja assim e espero viver bastante para escrever todas as ideias que vem a minha cabeça.

Qual foi sua inspiração para o protagonista? 
Meus protagonistas são autênticos. Gosto de autenticidade. Quando eles nascem já tem o seu modo de falar, o seu jeito, a sua personalidade. Às vezes podem ser o toque de alguém que eu conheça ou as vezes são o que são. Não há uma ligação direta para atribuir essa “inspiração”, no fundo acaba sendo muito pessoal o modo como cada escritor desenvolve isso. 

Tem algum personagem que você considere especial, além do protagonista, na trama? Com que motivo?
Todo personagem tem sua importância quando está num livro, por mais que é de Navarro, do livro Quando O Segundo Sol Chegar. Ele é especial. Ele é a figura paterna que todo mundo adoraria ter por perto, é um personagem aconchegante sua frase seja curta. Mas de todos os meu livros, o secundário que mais gosto. 

Qual das cenas você considera mais importante? Qual o motivo?
No meu livro atual, que irá em outubro para o Amazon, Entre Quatro Paredes e Nada Mais (livro), uma das cenas que mais me encanta é quando Diana entra no quarto do flat se passando como uma garota de programa e encontra Istvan. Ambos sentem que estão sendo levados para algo maior. O envolvimento da cena, o peso, a emoção são poderosos e cativantes. Embora suspeita para falar, eu estou amando essa trama. A mais dramática e polêmica que já escrevi até agora.

Em sua concepção, com que motivo as pessoas deveriam ler seu livro?
Costumo dizer quando me perguntam isso: Permita-se! Se você quer uma história dramática, polemica e apaixonar-se por esse casal tão sofrido cada uma a sua maneira e com um amor tão intenso, você está destinado a ler Entre Quatro Paredes e Nada Mais. Eu garanto é um livro complexo, lindo e inesquecível.

Tem alguma cena que você chorou durante a escrita? Qual o motivo?
A gente sempre chora ou ri. Mas uma cena que mexeu muito comigo é quando Diana recebe a carta de sua mãe, que a abandonou, e a de seu pai, que embora a ame, é um assassino. Mexe com você. Mexeu comigo.
Mexeu tanto que deixarei a carta da mãe para ela aqui. Detalhe, a personagem em virtude do que acontece em sua vida precisa mudar seu nome para Diana Lorn.

Querida Jasmine,
Sei o quanto parece estranho receber alguma notícia minha depois de tanto tempo. Mas decidi escrever porque quero que tudo fique muito claro entre nós duas. Temos um laço que dizem ser sagrado. Por alguma razão alguém lá em cima decidiu que seriamos mãe e filha. Mas na verdade tanto eu quanto você sabemos que nunca foi assim. Eu tentei ser uma mãe de verdade para você. Mas eu não pude. Não me culpo por isso. Parece que eu não tenho jeito e não sinto que você precise de mim. Você é uma menina forte, decidida, inteligente eu sinto orgulho de você porque não se parece em nada comigo. Porém tente compreender que não há culpados nessa história. Vi suas solicitações de amizades nas minhas redes sociais. Confesso que fiquei me perguntando por que você me quer em sua vida. Porque eu não quero estar na sua e imaginei ter deixado isso muito claro quando assinei os papeis de sua adoção para o senhor Lorn. Talvez a sua idade não a deixe alcançar certas coisas. Eu fui mãe muito cedo. Quando tive seu irmão era um ano mais velha que você. Veja o que fiz com a vida dele. Não farei o mesmo com a sua. Portanto somente me procure quando todas as suas possibilidades estiverem sido esgotadas. Prefiro que seja assim. Estou seguindo minha vida e estou feliz com ela. Quero que faça o mesmo com a sua.
Aviso se eu mudar de endereço ou se a vovó falecer.
Com amor,
Lohana Janet Thompson.

Deixe uma mensagem para seus leitores e futuros leitores.
Eu só tenho a agradecer pela confiança em meu trabalho. Por se permitirem parar seu mundo para ler o meu. Minhas ciganas queridas, como costumo chamar minhas leitoras. E você que quer se permitir a conhecer o meu mundo, desde já o meu muito obrigado. Você lerá histórias que a vida esqueceu-se de contar.

Por último muito obrigada ao blog e pelo convite de estar aqui. Muito, muito obrigada. Beijocas em todos! Fui!



Conhecendo o autor Fernando Azevedo

Olá pessoas! Estou aqui mais uma vez com uma entrevista. Desta vez, é com o autor que acabou de assinar um contrato com a Editora PenDragon para publicar seu livro O Antissocial, é o autor Fernando Azevedo que possui apenas vinte e três anos. 
Antes da entrevista, quero colocar um pouco da história aqui: Alê nasceu bem quando a maioria das pessoas morreram e sempre se achou meio estranho, primeiro por não se enquadrar em nenhum grupo social. E depois pelo fato de até gostar disso tudo. Sua vida começou a mudar a partir do momento em que a Terra explodiu e expeliu seus destroços espaço a dentro. Vindo a atingir a nave espacial que abriga o restante dos seres humanos e de todas as espécies que já viveram um dia no mundo. Ao ser colocado em hibernação junto com o resto dos jovens da nave, Alê começa a ter sonhos com seu pai que havia deixado a nave, pouco antes da explosão do planeta Terra. E nestes estranhos sonhos. Alê acaba por descobrir a sua missão ir para Vênus. E ainda o seu verdadeiro papel diante de todos. Alê se junta a sua irmã Alexa e ainda a seu amigo Douglas e juntos eles vivem diversas aventuras, antes de alcançarem o solo do planeta Vênus.

Quando e como apaixonou-se pela literatura?
Eu me apaixonei pela literatura ao ler o livro Aliocha de Juan M San Miguel, antes eu nunca tinha lido um livro a leitura dessa obra foi para um trabalho escolar e depois disso gostei tanto de ler que logo entrei de cara no fascinante mundo de Harry Potter e depois disso não parei mais de ler.

Qual seu livro preferido e com que motivo?
Eu tenho muitos livros favoritos, depende muito do momento em que o li. Mas um que me marcou foi A Hospedeira de Stefanie Meyer. A autora consegue prender a atenção do publico de inicio ao fim da trama fascinante da alienígena Peregrina.

E como começou sua paixão pela escrita? Quando começou a escrever e qual foi seu primeiro livro?
Eu sempre inventei historias em minha cabeça sobre coisas do cotidiano. Por vezes eu via novelas como Malhação por exemplo e ficava recriando cenas que via em minha cabeça com situações diferentes. Mas escrever mesmo algo mais serio, foi depois de criar meu blog sobre televisão e famosos. O blog tinha um publico interessante e logo o mesmo passou a ser monitorado por uma espécie de “Ibope” da blogosfera da época e a maioria dos blogs estavam apostando em web novelas. Foi ai que escrevi meu primeiro texto. O texto se chamava “No Fim do Mundo” e contava a historia de 12 jovens sobrenaturais que se juntaram para salvar o mundo da destruição no dia 21 de Dezembro de 2012. A trama toda era inspirada em personagens de livros que eu havia lido e ganho admiração. Por conta disso, o resultado não ficou tão bom como deveria ser.

Qual o seu maior sonho neste mundo literário? 
Meu sonho é levar historias aos leitores que possam ajuda-los com algo em sua vida de alguma maneira. Além de entretenimento em meus livros, eu busco sempre deixar algum tipo de mensagem que pode ser refletida em nosso cotidiano.

O que acha do mercado literário atual?
Extremamente difícil para autores iniciantes, visto que hoje em dia a maioria das ditas “Editoras” se aproveitam do entusiasmo destes “marinheiros de primeira viagem” para faturarem muito dinheiro, encima do sonho destas pessoas que pagam valores exorbitantes para que seus livros sejam publicados e no fim estes não ganham o merecido destaque que deveriam. Outro ponto desta dificuldade fica por conta do preconceito que ainda existe contra obras nacionais. A maioria do publico que lê livros hoje em dia, prefere obras estrangeiras. Isso vem mudando com o passar dos anos. Mas ainda existe uma longa batalha pela frente.

De onde veio a inspiração para o livro?
A inspiração para criar a trama do livro “O ANTISSOCIAL” veio de um estranho sonho que tive com pessoas que viviam no planeta Vênus, que era tão mais belo que a Terra que ficou em minha mente e eu precisei coloca aquilo tudo no papel.

Qual foi sua inspiração para o protagonista?
A inspiração para criar o Alexandre Forts que é o personagem principal de “O ANTISSOCIAL” veio de minha própria vida.

Tem algum personagem que você considere especial, além do protagonista, na trama? Com que motivo?
Sem sombra de duvidas existem outros personagens extremamente importantes na trama. Posso citar ao menos dois deles. Sendo Alexa que é a irmã de Alê que veio de Vênus e ainda Douglas, um de seus poucos amigos que se junta  a Alê e Alexa e vivem diversas aventuras, antes que cheguem finalmente a Vênus. Eu considero a Alexa importante por conta da entrada dela na historia ser o precursor de toda a trama do livro. Já o Douglas é importante por ser um dos poucos dos quais Alê confia totalmente e sempre que precisa ajuda o amigo como pode.

Qual das cenas você considera mais importante? Qual o motivo?
Uma das cenas mais importantes do livro para mim. Seria justamente algo citado na questão anterior. O momento onde Alê conhece Alexa é parte central da trama. A partir dali que as aventuras do jovem rapaz começam a acontecerem e ele vai descobrindo que não era tão “estranho” como imaginava ser.

Em sua concepção, com que motivo as pessoas deveriam ler seu livro?
Eu acredito que meu livro merece ser lido por ter uma trama capaz de te fazer pensar sobre algumas coisas e ainda por relatar alguns problemas tão comuns em nossas vidas, mas que por vezes acabamos os deixando de lado. São coisas bem simples, que fazem grande diferença no final. Além disso, quem curte uma ficção cientifica banhada com muita fantasia, na certa irá gostar muito da historia de “O ANTISSOCIAL”.

Tem alguma cena que você chorou durante a escrita? Qual o motivo?
Chorar não teve nenhuma cena. Mas acredito que o fim do primeiro volume me marcou bastante. Pois ali eu pude notar que consegui fazer aquilo que tinha me proposto a escrever. O Alê evolui muito durante a trama e ao termino da mesma, ele ainda deixa uma mensagem que faz quem lê pensar na vida.

Deixe uma mensagem para seus leitores e futuros leitores.

Eu ainda não tenho leitores, visto que essa é a primeira obra que publico. Mas a mensagem que tenho a deixar aos futuros leitores é que eu busco escrever sempre focado em algo que possa ajudar sua vida de alguma forma. Eu sou um escritor muito critico com aquilo que escrevo e com isso eu acabo escrevendo as historias, mas para mim mesmo. Eu como leitor sou um apaixonado por historias de ficção cientifica e fantasia. E busco trazer isso de forma eficaz em minhas historias. Aos futuros leitores só tenho uma palavra a dizer: “Obrigado” por acreditar em meu trabalho.

Conhecendo o autor Braian Peruzzo


Olá galera! Tudo bem com vocês? Trazendo aqui pro blog, o nosso novo parceiro, o autor Braian Peruzzo! A nova novidade que ele nos traz é a segunda edição do seu livro Diários de Extermínio: A Guardiã que está sendo publicado pela editora Skull, a primeira edição foi publicada pela Arwen.O autor mora no Rio Grande do Sul, e começou a escrever este livro quando tinha apenas quinze anos! Incrível, não? Então para conhecer mais sobre o autor, leia a entrevista:

Quando e como apaixonou-se pela literatura?
Eu sou apaixonado pela literatura desde sempre! Desde novo eu leio e escrevo histórias. Então, me apaixonei pois realmente amo a literatura e pois meus pais sempre me incentivaram a ler, então esse amor é uma bagagem que trago desde bem criança.

Qual seu livro preferido e com que motivo?
Maze Runner e Jogos Vorazes. Eu sou simplesmente apaixonado pelo enredo, a forma de escrita, os personagens e a mensagem que a história nos traz. Esses livros nos mostram como a humanidade é decadente, mas como ainda existem pessoas boas tentando fazer o que é certo. São histórias que sei lá, me deram uma nova perspectiva de vida.

E como começou sua paixão pela escrita? Quando começou a escrever e qual foi seu primeiro livro?
Eu comecei a escrever com 15 anos. Na verdade, sempre escrevi pequenos contos ou historinhas, mas pegar um livro e escrevê-lo todinho, fiz com meus 15 anos escrevendo esse livro mesmo, Diários de Extermino – A Guardiã.         

Qual o seu maior sonho neste mundo literário? 
Que as pessoas leiam meu livro e me conheçam pelas minhas histórias. Quero conseguir tocar cada vez mais o coração das pessoas com a leitura.

O que acha do mercado literário atual?
Extremamente difícil! Todos sabemos que o Brasil não é o país mais aberto para a literatura, ainda mais para a nacional, então é muito difícil se manter nesse mercado. Mas o que me deixa feliz é ver que essa situação está mudando. As pessoas estão cada vez lendo mais, e o melhor, estão dando oportunidade para livros brasileiros! Eu fico muito feliz de ver essa evolução de nossa cultura.

De onde veio a inspiração para o livro?
Pode parecer estranho, mas a história surgiu do nada hahaha. Não tive inspiração nenhuma! Eu estava na praia, sentado na varanda, olhando pro mar e do nada surgiu um título na minha cabeça e o FINAL da saga toda.  E com isso, em menos de 10 minutos meu cérebro já havia criado todinha a história, daí comecei a escrever quinem um louco kkkk. Vai entender esses escritores loucos hahahaha...

Qual foi sua inspiração para o protagonista? 
Eu queria uma protagonista forte e única, que atendesse as necessidades que precisava para a trama. Então a criei do zero. Não me baseei em nada nem ninguém, não me inspirei em nada. Apenas sentei e pus no papel todos os pontos importantes e necessários para a personagem.

Tem algum personagem que você considere especial, além do protagonista, na trama? Com que motivo?
Sim. Sem dúvida a Patrícia é muito especial para a protagonista Lilian, pois a Patrícia, além da difícil personalidade, é a melhor amiga de Lilian e sempre a apoia e ajuda nos momentos difíceis. Sem Patrícia, não teríamos Lilian.

Qual das cenas você considera mais importante? Qual o motivo?
A cena final do livro, pois é justamente o ponto no qual eu queria chegar e o ponto que vai revolucionar a história para que eu consiga escrever os próximos livros. Além do mais, é um final que poucas pessoas realmente esperam, pois eu já adianto, o livro não tem um final nenhum pouco feliz.

Em sua concepção, com que motivo as pessoas deveriam ler seu livro?
Se você busca uma história diferente, que se passa no Brasil, fácil de ler, com uma trama leve e única, eu recomendo Diários de Extermínio – A Guardiã. Meu livro é um misto de ficção com distopia que ainda tem o poder de trazer DIVERSAS mensagens pra vida dos leitores. É uma história, sem dúvida, criada para agradar a todos os públicos.

Tem alguma cena que você chorou durante a escrita? Qual o motivo?
Teve sim. Foi na cena a sangue frio de um personagem. Eu chorei, pois, pus minhas emoções pra escrever a cena, e não é fácil matar alguém inocente sem motivo nenhum. Então o sofrimento dos personagens ao redor dele e a dor da morte me atingiram em cheio.

Deixe uma mensagem para seus leitores e futuros leitores.
A mensagem que eu deixo é a seguinte: A vida é feita de momentos e escolhas. Uma escolha pode mudar sua vida para sempre, mas os momentos serão sempre eternos. Nunca desistam de lutar nessa árdua vida.


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Resenha / Insensatez


Oi gente. Tudo bem? Hoje venho resenhando o livro Insensatez da Tânia Lopes  publicado pela Novo Século.

SINOPSE:Patrícia Gomes era uma jornalista em busca do furo de reportagem que alavancaria sua carreira. Linda e destemida, vivia em uma cidade do interior dominada pelo tráfico de drogas e desafiava seu editor a romper o silêncio que cercava as atividades criminosas. 

A chegada do novo chefão de uma facção rival acirrou o conflito entre os bandidos e colocou a cidade em pé de guerra. Era a oportunidade que ela precisava para fazer a matéria que revelaria os detalhes sobre o crime organizado e a projetaria em sua profissão. 

O que ela não contava era ser capturada por Marco, o italiano que estava à frente da batalha. Implacável, taciturno, misterioso, indecifrável... Aquele homem representava tudo o que ela mais abominava. No entanto, emanava poder e sensualidade, e Patrícia viu-se entregue a seu magnetismo. Um inimigo, que lhe instigava sentimentos contraditórios e a levaria à beira da insensatez.

Patrícia é jornalista e sempre está atrás de um furo para reportar e quer encontrar algo enorme para crescer na carreira e subir de posição onde trabalha, e ao saber da chegada no novo chefão do tráfico resolve entrar na casa dele para obter uma reportagem que fará subir de nível. Tudo parecia indo bem, até que descobrem que ela está na casa dele e ela é raptada, nada podia terminar tão mal...
Ao ser raptada, ela precisa ser torturada para eles saberem que ela não dirá uma palavra aos policiais sobre o que viu na casa de Marco, o galã italiano chefão da máfia. E claro, ela chega a pensar que vai morrer ali. Mas ela se torna a prisioneira de Marco. E diferentemente de antes, ele não chega a torturar e nem machucar ela de nenhuma forma.

‘’Um inimigo intrigante, que lhe instigava a um sentimento que poderia denominar insano.’’

Após um tempo, Patrícia descobre uma paixão por Marco que nunca imaginara ter, mas acaba tendo. Na verdade, ela não sabe o que sente por ele e o que significa aquilo tudo, mas ela sabe que sente uma atração por aquele galã charmoso italiano.
E essa atração não só surge em Patrícia como também surge em Marco e assim eles desenvolvem uma paixão erótica e proibida.

A autora soube muito bem investir em cada ponto da obra, e ela está de parabéns por isso, gostei muito de como ela soube explorar cada coluna e preencher com um conteúdo bom no seu livro.

A diagramação do livro também é muito bonita, a cor da fonte é clara, mas não atrapalha a leitura, a capa do livro também é muito bonita, não encontrei nenhum erro gramatical e nem ortográfico.

Conhecendo a autora Maria Fernanda Rosenstock

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Olá pessoas, tudo bem? Entrevistei a autora Maria Fernanda Rosenstock, a autora do livro Vesperelegia: O Objeto da Escuridão publicado pela Editora PenDragon, então vamos lá conhecer um pouco sobre a autora? E antes, quem quiser comprar o livro, só clicar aqui.

Quando e como apaixonou-se pela literatura?
Desde pequena tenho curiosidade com a palavra escrita. Minha mãe conta muito sobre como perdia horas aos 4 anos de idade sentada tentando entender as letras dos livros. Logo mais comecei a ler aqueles livros pequenos da escola, os paradidáticos, depois comecei a ler clássicos que meu irmão acumulava na estante e, só posteriormente, comecei a comprar meus próprios livros aos 11 anos. Acho que nunca tive um momento exato em que esse amor por livros “me pegou de jeito”, foi uma construção que tive ao longo dos anos. Meus pais não possuíam o costume, mas acho que foi fundamental que me passassem a importância do hábito. A escola também foi de suma importância, claro.

Qual seu livro preferido e com que motivo?
Que pergunta! Essa é bem difícil, acho que não tenho um preferido. Foi só perguntar e surgiram em minha mente um emaranhado de títulos. Se eu fosse escolher um, no momento, provavelmente seria O Restaurante no Fim do Universo, do Douglas Adams. Acho que é um livro muito divertido e te faz pensar. Eu ainda penso nele e não o leio há anos! Tive uma crise vegetariana logo que terminei o livro, mexeu muito comigo algumas cenas porque não tinha parado para pensar nessas coisas. Adams é cômico, isso faz dele único. Eu super recomendo a leitura dos livros da Trilogia de Cinco.

E como começou sua paixão pela escrita? Quando começou a escrever e qual foi seu primeiro livro?
Foi bem impulsivo, na verdade. Eu tinha 12 anos quando comecei a escrever meu primeiro livro, Vesperelegia – O Objeto da Escuridão. O nome me veio, foi quase como uma necessidade escrever a história, não podia fugir. Terminei alguns meses depois e fui revisando, melhorando a história com o tempo. Demorou 4 anos para que eu sentisse que ele estava pronto de verdade, do jeito que queria. É um livro que vai amadurecendo com a narrativa e o primeiro da trilogia. Sempre o imaginei como uma trilogia e estou no momento escrevendo o próximo. Tenho várias ideias. Estou muito ansiosa com isso.


Qual o seu maior sonho neste mundo literário? 

Acho que ser lido é o sonho de qualquer escritor. Espero que minhas palavras ecoem, que façam bem para alguém como fizeram para mim. 


O que acha do mercado literário atual?

Bem difícil acho que todos temos consciência que é - principalmente no Brasil. Mas editoras como a PenDragon e tantas outras estão inovando dando atenção aos livros nacionais. Falando de fantasia é ainda mais complicado. É muito bom ver conteúdo sendo produzido e consumido - e essa é uma tendência para os próximos anos. Podemos encontrar nossas próprias histórias e isso é mais que um discurso patriota.

De onde veio a inspiração para o livro?
No começo seria totalmente diferente do que é. Queria fazer algo como Grimm, mas acabei voltando atrás e transformando tudo. Fiz meu próprio universo. Acabei me inspirando dentro dele.

Qual foi sua inspiração para o protagonista? 
Eu gosto muito da Greta. Acho que ela tem muito de mim, inicialmente - mas foi tomando sua própria forma, suas próprias vontades. Engraçado como aconteceu. Hoje sinto que poderia ser como uma filha minha realmente ou uma das minhas melhores amigas. Algo assim.

Tem algum personagem que você considere especial, além do protagonista, na trama? Com que motivo?
Difícil. Eu escolheria o Vinci. Ele foi um personagem divertido de criar, imaginar seu mundo, sua cultura e sua história. O idioma, principalmente. O fato de ser um "monstrinho" de outra dimensão me deixa feliz. Sem o Vinci, Greta não saberia onde ir.

Qual das cenas você considera mais importante? Qual o motivo?
A que aparece na capa do livro. Acho que é um dos grandes momentos. É o momento da Greta saber ou não se toda a jornada dela foi em vão. É como saber se você passou no vestibular (risos).

Em sua concepção, com que motivo as pessoas deveriam ler seu livro?
Pergunta capciosa! (risos) Eu já o li várias vezes. É um livro divertido, a narrativa cresce. Não canso de ler. Eu me pego pensando se fui eu mesma que escrevi! (risos) Não sei muito bem responder essa pergunta, a sua, sem pensar em mim, mas eu o escrevi, então isso é muito capcioso! (mais risos).

Tem alguma cena que você chorou durante a escrita? Qual o motivo?
A última cena! Foi o final do meu primeiro livro, fiquei muito emocionada. Eu chorei demais, fiquei repetindo "acabei, não acredito". Foi bem intenso.

Deixe uma mensagem para seus leitores e futuros leitores.
É tão bom dividir esse mundo. Agradeço por isso.

Resenha / Abryel

Oi genteeeee! Tudo bem? Hoje venho resenhando um livro Ó-T-I-M-O! É o primeiro de livro da Trilogia Paralela que foi publicado pela Editora Chiado, recebi faz um tempinho, mas só agora eu o li e amei muitíssimo, entrou na minha lista de favoritos! Estamos falando do livro Abryel do autor Wellington Pinto.

Capa do livro ABRYEL

SINOPSE: Dois Universos com dádivas distintas. Um evento desestabiliza a ordem. Cabe a um Etrusco restaurar a paz. Não há piedade. Resta desolação. O equilíbrio entre dois mundos foi afetado. Dá-se início a Trilogia Paralela.

O Mundo Paralelo coexiste com sua irmã gêmea em outro plano, ambos necessitam estar bem e a ruína de um pode reapresentar a falência de outro. A eles foi dada a dádiva da tecnologia e a nós coube a magia. Deus não permitiu que ambos possuíssem ambas as maravilhas, pois temeu que a criatura almejasse tornar-se maior que o criador. 

O livro contém com o projeto Evoluir, e mesmo que o autor não dê muitos detalhes ou informações a mais sobre este projeto, ele é como uma aba principal para toda história poder continuar prosseguindo com coerência e ir entre fatos, o livro é bastante é rondado de mistérios, mas claro... Em uma trilogia ou saga nunca saberemos tudo logo no primeiro livro.
O autor soube bem criar uma história de ficção cientifica por que na maioria das vezes atualmente, apenas vemos histórias sem nexo e que não tem coisa com coisa, fica uma coisa ridícula, e o escritor conseguiu colocar todos os pontos e fez com que os fatos tivessem relação com a ficção da obra, e além da história, o projeto Evoluir (também integrante do livro) foi como um marco, pois o autor conseguiu diagnosticar o que precisava e colocou lá.
O roteiro acontece no ano de 2199 e vemos a vida de três pessoas, ambos são machos e em três lugares diferentes do mundo.

Cícero do Rio de Janeiro.
Miki de Tóquio.
David de Nova York.

E, além disso, também vemos antes do apocalipse na cidade de Étruria no ano de 476 a.C.
O autor soube evidenciar cada lugar com grande esperteza e agilidade, e o melhor, sem nenhum erro! Sério... Por mais que achamos que é difícil descrever um lugar que não estamos nele, o autor fez isso com grande maestria! Tanto é que parece que ele viveu nestes lugares, bem... Eu não sei se ele morou lá, mas se ele escreveu bem, escreveu.
Bem, gente... Recomendo este livro demais! E terminamos por aqui.

Resenha / Centúrias


Finalmente estou de férias, então estou muiiiiiiiiito feliz! Hahaha, ai quando faltar cinco dias para a volta das aulas, já bate aquela bad de sempre. Hoje vim resenhar este livro maravilhoso, que li bem rápido, mas como estava tendo provas em cima de provas e trabalhos em cima de trabalhos demorei a resenhar e postar aqui.
Eu já esperava que esse livro iria ser ótimo, pois sou bastante fã da Bruna desde que li o seu romance Mais que Uma Escolha que é uma verdadeira obra de arte de nossa literatura nacional, e ela repetiu novamente o feito com Centúrias, não prolongou a história deixando-a cansativo, mas fez o contrário, escolheu o momento certo de cada coisa acontecer, acertando na cronologia da história, e nos surpreendendo capítulo por capítulo.

SINOPSE:“Nem assumindo minha verdadeira natureza eu conseguia libertá-lo. E as outras bruxas não podiam se mover. Parecia que tudo estava perdido. Segurei a chave, tentando resgatar meus poderes, lutando contra o bloqueio negativo que me enredava e ameaçava a vida de Igor. Se houve um tempo em que não acreditei no amor, agora não acreditava na possibilidade de existir sem tê-lo ao meu lado. Havia muito em jogo. A ordem centuriana; a vida das criaturas claras; meu sol. Por isso, eu precisava reagir. Já havíamos passado por tantas coisas e não seria justo que após tantos desencontros fôssemos separados novamente. Repassei os ensinamentos da feiticeira-anciã. A resposta, ela dizia, está dentro de nós. É preciso acreditar na magia. Foi então que percebi: eu não lutava apenas contra os meus inimigos. Lutava contra o peso da realidade e de minhas próprias limitações”.

Em Centúrias, é contada a história da jovem Aylá, que em uma vida por assim dizer, de forma nômade, devido a sua mãe que faz com que elas troquem de cidade frequentemente, exatamente por isso mesmo, que o relacionamento entre as duas não é um dos melhores. E novamente elas vão mudar de cidade, desta vez para Pitfal. E lá, ela encontrará coisas inesperadas, já que a mesma pensava que ia ser como todas as outras vezes que sua mãe se mete em um relacionamento, acha que está apaixonada, terminam e ela precisa novamente se mudar de cidade.
A garota gosta muito de livros, então não demora muito pra conhecer a biblioteca da cidade, e é lá onde ela ia passar a maior parte de seu tempo, para evitar encontrar-se com sua mãe. Lá ela conhece Igor Telfort e apaixona-se por ele. Em um estranho sonho durante a noite, Aylá tem um sonho pra lá de misterioso, e é assim que ela encontra um diário debaixo de sua cama onde há coisas sobre seu passado, presente e futuro. Ela fica abismada com aquilo tudo. O que poderia acontecer de mais estranho nesta troca de cidade?
O seu relacionamento com Igor continua avançando, mas ela percebe que aquilo tudo em sua vida está muito estranho, e a vida do garoto também é estranha, o relacionamento entre eles está cheio de mistérios e curiosidades que a jovem não consegue entender o porquê daquilo tudo. 
A narrativa do livro é em primeira pessoa, e a autora consegue fazer com que fiquemos entretidos na narrativa. Como sempre posso esperar isto da Bruna. É um livro simplesmente perfeito, cheio de surpresas e reflexões. A Aylá descobre sobre sua vida, mas com reflexões e acontecimentos no livro, podemos chegar até a entender um pouco sobre nossa própria vida. A Bruna consegue fazer isso de uma maneira perfeita.
Aylá descobre sobre uma guerra que está acontecendo, uma guerra de bruxaria, entre dois clãs, o clã Centúrias que prega o amor e o clã Dargais que são malvadas e quer que muitas pessoas tenham seu fim da pior maneira.
O livro envolve fantasia e romance, é difícil de encontrar um livro que me fez apaixonar-me tão rápido pelos personagens, pelo enredo e pela narrativa. A Bruna novamente está de parabéns por mais um trabalho em que ela nos fascina.

Resenha / Twin Peaks

Olá pessoas! Tudo ótimo com vocês? Espero que sim! Para variar, aqui a situação está nem boa, nem ruim, hahaha! 
Hoje venho falar de mais um clássico, e também publicado aqui no Brasil pela editora Darkside Books. O livro é de um dos maiores fã da famosa série que leva o mesmo nome, no livro, ele explica alguns mistérios que vários fãs tentaram criar teorias durante anos. Tão fã que decidiu criar este projeto com vários segredos da trama.
A série foi lançada em 8 de abril de 1990 e teve seu fim em 10 de junho de 1991 e sua transmissão foi realizada pela emissora ABC. Mas sem mais delongas, vamos à resenha?

SINOPSE: Em TWIN PEAKS [ARQUIVOS E MEMÓRIAS], a verdadeira história oral da pacata cidade madeireira é escrita e pesquisada por um filho nativo. Brad Dukes investigou a fundo os segredos daquele microuniverso surreal e corriqueiro, e promete esclarecer todas as nossas dúvidas sobre Laura Palmer, Bob e o agente Cooper, entre outros. O livro traz impressões inéditas e exclusivas do cocriador da série, Mark Frost, e de membros do elenco, como Kyle MacLachlan, Joan Chen, Sherilyn Fenn, Piper Laurie, Michael Ontkean, Ray Wise e Billy Zane, entre muitos outros. 

Uma das pessoas por trás da série, o Mark Frost, lançou outro livro sobre a série, intitulado A História Secreta de Twin Peaks pela Companhia das Letras. Logo no inicio do livro de Arquivos e Memórias, no prólogo, ele conta a história de como se apaixonou pela série, quando em uma noite chegou na sala e viu sua mãe assistindo, assistiu um pouco e se fascinou pelo que estava sendo transmitido.
Com o amor todo que ele tinha pela série, decidiu criar um livro, que é mais do que um documentário. Para completar o livro, ele precisou fazer cerca de cem entrevistas com diversas pessoas ligadas a séries, incluindo o criador Mark Frost.
A narrativa é exótica e bastante admirável, pois nos dá vontade de ler mais para descobrirmos algumas curiosidades sobre a produção da série. 
Após longos vinte e seis anos, a série está recebendo um novo visual através da emissora Showtime e muitas pessoas por trás dessa produção, são as mesmas pessoas da primeira temporada, lançada em 1990.
Podemos dizer que foi o marco inicial para muitas obras de sucesso, uma jovem popular foi assassinada na cidade, ninguém sabe nem quem e nem como, então o FBI foi acionado e o detetive Dale Cooper encabeça todas as investigações. Podemos dizer que isso é quase cerca de 50% do mesmo gênero hoje em dia, né?
É um livro incrível que retrata tudo sobre a série, e a mesma também é muito boa, onde faz uma visão profunda e filosófica da sociedade, chegando ao sobrenatural e nos encantando com a beleza do feio.

Resenha / Frankenstein


Olá pessoas, tudo ótimo com vocês? Espero que sim. As férias estão começando, então vai ter muitas postagens por semana, e espero que após as férias, eu continue com a mesma frequência de postagens. Então vamos lá! Hoje eu trouxe a resenha do livro Frankenstein da grande Mary Shelley, a obra é um clássico da literatura e a autora ajudou muito com suas obras servindo de inspiração para outros livros do gênero.
Algumas pessoas que são fãs do gênero sabem como surgiu o livro, mas para quem não sabe, irei contar. A Mary estava com o Lord Byron, Percy Shelley e John Polidori em Genebra. Lord Byron teve uma ideia em uma noite e sugeriu ao seus colegas o desafio de cada um deles escrever um livro do gênero terror. Só a Mary conseguiu finalizar a obra, e a mesma teve um grande sucesso. A primeira publicação foi em 1818, e só no Brasil, o livro teve mais de 60 edições!

SINOPSE: princípio, tratava-se de um pequeno conto sobre um jovem estudante suíço que ambicionava criar um ser ideal, injetando vida a um corpo morto. Mais tarde, transformado em romance, tornou-se um marco na literatura do gênero. Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein; or the Modern Prometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. 

Victor Frankenstein, assume um dos principais papéis da trama, ele estuda ciência natural. Desde criança ele é bastante curioso e sonha em um dia ser um daqueles cientistas bem famosos capazer de mudar o futuro da humanidade. Em uma aula onde seu professor fala destes cientistas de sucesso, o mesmo começa a realizar uma pesquisa e com aquilo, ele pretende que seja seu ponta-pé inicial para mudança.
O estudante quer criar vida a partir da matéria morta, e é assim que ele cria A Criatura feita com pedaços asquerosos e fedorentes de algumas pessoas mortas. Quando ele atinge o sucesso da criação, o cientista decide abandonar aquilo. 

Quantas coisas não descobriríamos se a covardia e o descuido não contivessem nossos questionamentos.

Muitos pensam que Frankenstein é o monstro, mas não, é o nome do estudante. O monstro é descrito como A Criatura, então sem nome, é um detalhe bastante importante. Outro detalhe para algumas pessoas que não leram é: Não há amor entre o criador e a criatura. Muitos desenhos animados e até filmes, passam como se fosse a coisa mais bela do mundo o contato entre os dois, mas está longe de ser isto.
Todos tem medo desta criatura, mas a única coisa que ela quer é ser amada, por isso mesmo ela desenvolve um grande ódio por todos os humanos, e decide fazer um mal a quem o criou. O livro é bem simples, é classificado como terror, mas eu acho que é mais um drama. A narração do livro é bastante boa, o avanço dos fatos não há nem um absurdo, e também os personagens e a trama é bem construída, assim como a história é envolvente.

Resenha / Os Elefantes Não Esquecem


Oi gente! Tudo ótimo com vocês? Venho trazendo hoje uma resenha do livro Elefantes Não Esquecem que tem o detetive Hercule Poirot e é escrito pela famosa Rainha do Crime, vamos lá!
Agatha Christie
Srta. Oliver e também conhecida por alguns como Ariadne Oliver é uma autora renomada de livros policiais e ficção quando é convidada para ser homenageada junto com outros autores também renomados em um jantar, e ainda no dia, ela está com muito ressentimento em ir, já que fica muito incomodada com estes eventos e a maneira de os fãs falarem com ela que a deixa sem jeito de responder a tantos elogios que recebe em suas obras que fica até sem graça! Mas mesmo assim, ela se prepara para este jantar e decide ir, quando já ia indo embora, uma mulher puxa ela para fazer diversas perguntas, pois segundo esta mulher os seus livros mostram que ela é uma conhecedora do espirito.
Essa mulher é a senhora Burton-Cox, uma dama rica de alta classe que tem um filho adotivo, chamado Desmond, e este mesmo vai se casar com a afilhada da Srta. Oliver, a Celia Ravenscroft. A sr. Burton-Cox pergunta a Ariadne sobre os pais da sua afilhada, que foram encontrados mortos em um penhasco e suas mortes ainda envolvem muito mistério, e muitos dizem que foi um pacto de morte onde o esposo matou a esposa ou foi vice-versa. E Ariadne pensa que ela faz essas perguntas por que acha que a hereditariedade de Celia tenha sido mais transmitida pelo lado materno, e como ela não sabia de nada e tinha perdido a intimidade com o casal e sua afilhada não pôde responder, e ela também não gosta de abelhudas, mesmo considerando-se uma.
A Lady Ravenscroft e Srta. Oliver foram colegas e muito amigas na adolescência, até cada uma seguir uma posição diferente, encontrarem o amor de suas vidas, casarem-se e mudarem de país, até que a distância limitou o contato de ambas.
Os pais de Celia, Sir Alistair Ravenscroft e Lady Ravenscroft após saírem para caminharem como faziam geralmente, foram encontrados no penhasco mortos por um dos empregados que estavam junto com eles na casa, e na arma encontrada também dita como arma do crime, havia digitais dos dois, ficando inviável de descobrir tanto o motivo e quem havia matado quem e após suicidar-se, o caso ficou em discussão em muitos jornais de vários países, já que Sir Alistair também era muito conhecido e respeitado e Lady Ravenscroft usava muitas perucas, o que faz rondar um mistério mais ainda, como não havia causas e o mistério continuou só restou suposições, o caso foi arquivado e esquecido pelo tempo, dado como sem resolução.
Após que saiu do jantar, Srta. Oliver ficou muito intrigada e com diversas perguntas ainda mais em sua cabeça, e só poderia resolver esse caso se fosse pedir ajuda de seu amigo Hercule Poirot que é detetive e famoso por resolver diversos casos, mas logo a falar sobre esse caso a ele, Poirot sabe que esse caso pode demorar e que mexer com o passado pode trazer problemas no presente, mas mesmo assim, Ariadne pede a ele que ajude-a a resolver este mistério, e que junto com ela, cace elefantes, pois: Elefantes nunca esquece, e ele aceita.
O livro é publicado pela editora Nova Fronteira e tem diversas versões, comprei a versão capa dura junto com mais dois livros da autora: Morte na Mesopotâmia e Mansão Hollow. O acabamento do livro é impecável, e a diagramação também, não vi nenhum erro ortográfico no livro e uma das coisas que mais amei no livro foi a edição do projeto gráfico do livro, o roteiro do livro é viciante, e por ele ser um livro pequeno de cerca de 176 páginas, pode ler ele em um dia.

Projeto Gráfico
Já li o livro Morte na Mesopotâmia, e como este livro, ela não decepcionou no roteiro da história e de maneira alguma chega a ser chato, não consegui parar o livro até terminar e descobrir como tudo se resolveu. Dou cinco estrelinhas para essa trama.