Resenha / Insensatez


Oi gente. Tudo bem? Hoje venho resenhando o livro Insensatez da Tânia Lopes  publicado pela Novo Século.

SINOPSE:Patrícia Gomes era uma jornalista em busca do furo de reportagem que alavancaria sua carreira. Linda e destemida, vivia em uma cidade do interior dominada pelo tráfico de drogas e desafiava seu editor a romper o silêncio que cercava as atividades criminosas. 

A chegada do novo chefão de uma facção rival acirrou o conflito entre os bandidos e colocou a cidade em pé de guerra. Era a oportunidade que ela precisava para fazer a matéria que revelaria os detalhes sobre o crime organizado e a projetaria em sua profissão. 

O que ela não contava era ser capturada por Marco, o italiano que estava à frente da batalha. Implacável, taciturno, misterioso, indecifrável... Aquele homem representava tudo o que ela mais abominava. No entanto, emanava poder e sensualidade, e Patrícia viu-se entregue a seu magnetismo. Um inimigo, que lhe instigava sentimentos contraditórios e a levaria à beira da insensatez.

Patrícia é jornalista e sempre está atrás de um furo para reportar e quer encontrar algo enorme para crescer na carreira e subir de posição onde trabalha, e ao saber da chegada no novo chefão do tráfico resolve entrar na casa dele para obter uma reportagem que fará subir de nível. Tudo parecia indo bem, até que descobrem que ela está na casa dele e ela é raptada, nada podia terminar tão mal...
Ao ser raptada, ela precisa ser torturada para eles saberem que ela não dirá uma palavra aos policiais sobre o que viu na casa de Marco, o galã italiano chefão da máfia. E claro, ela chega a pensar que vai morrer ali. Mas ela se torna a prisioneira de Marco. E diferentemente de antes, ele não chega a torturar e nem machucar ela de nenhuma forma.

‘’Um inimigo intrigante, que lhe instigava a um sentimento que poderia denominar insano.’’

Após um tempo, Patrícia descobre uma paixão por Marco que nunca imaginara ter, mas acaba tendo. Na verdade, ela não sabe o que sente por ele e o que significa aquilo tudo, mas ela sabe que sente uma atração por aquele galã charmoso italiano.
E essa atração não só surge em Patrícia como também surge em Marco e assim eles desenvolvem uma paixão erótica e proibida.

A autora soube muito bem investir em cada ponto da obra, e ela está de parabéns por isso, gostei muito de como ela soube explorar cada coluna e preencher com um conteúdo bom no seu livro.

A diagramação do livro também é muito bonita, a cor da fonte é clara, mas não atrapalha a leitura, a capa do livro também é muito bonita, não encontrei nenhum erro gramatical e nem ortográfico.

Conhecendo a autora Maria Fernanda Rosenstock

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Olá pessoas, tudo bem? Entrevistei a autora Maria Fernanda Rosenstock, a autora do livro Vesperelegia: O Objeto da Escuridão publicado pela Editora PenDragon, então vamos lá conhecer um pouco sobre a autora? E antes, quem quiser comprar o livro, só clicar aqui.

Quando e como apaixonou-se pela literatura?
Desde pequena tenho curiosidade com a palavra escrita. Minha mãe conta muito sobre como perdia horas aos 4 anos de idade sentada tentando entender as letras dos livros. Logo mais comecei a ler aqueles livros pequenos da escola, os paradidáticos, depois comecei a ler clássicos que meu irmão acumulava na estante e, só posteriormente, comecei a comprar meus próprios livros aos 11 anos. Acho que nunca tive um momento exato em que esse amor por livros “me pegou de jeito”, foi uma construção que tive ao longo dos anos. Meus pais não possuíam o costume, mas acho que foi fundamental que me passassem a importância do hábito. A escola também foi de suma importância, claro.

Qual seu livro preferido e com que motivo?
Que pergunta! Essa é bem difícil, acho que não tenho um preferido. Foi só perguntar e surgiram em minha mente um emaranhado de títulos. Se eu fosse escolher um, no momento, provavelmente seria O Restaurante no Fim do Universo, do Douglas Adams. Acho que é um livro muito divertido e te faz pensar. Eu ainda penso nele e não o leio há anos! Tive uma crise vegetariana logo que terminei o livro, mexeu muito comigo algumas cenas porque não tinha parado para pensar nessas coisas. Adams é cômico, isso faz dele único. Eu super recomendo a leitura dos livros da Trilogia de Cinco.

E como começou sua paixão pela escrita? Quando começou a escrever e qual foi seu primeiro livro?
Foi bem impulsivo, na verdade. Eu tinha 12 anos quando comecei a escrever meu primeiro livro, Vesperelegia – O Objeto da Escuridão. O nome me veio, foi quase como uma necessidade escrever a história, não podia fugir. Terminei alguns meses depois e fui revisando, melhorando a história com o tempo. Demorou 4 anos para que eu sentisse que ele estava pronto de verdade, do jeito que queria. É um livro que vai amadurecendo com a narrativa e o primeiro da trilogia. Sempre o imaginei como uma trilogia e estou no momento escrevendo o próximo. Tenho várias ideias. Estou muito ansiosa com isso.


Qual o seu maior sonho neste mundo literário? 

Acho que ser lido é o sonho de qualquer escritor. Espero que minhas palavras ecoem, que façam bem para alguém como fizeram para mim. 


O que acha do mercado literário atual?

Bem difícil acho que todos temos consciência que é - principalmente no Brasil. Mas editoras como a PenDragon e tantas outras estão inovando dando atenção aos livros nacionais. Falando de fantasia é ainda mais complicado. É muito bom ver conteúdo sendo produzido e consumido - e essa é uma tendência para os próximos anos. Podemos encontrar nossas próprias histórias e isso é mais que um discurso patriota.

De onde veio a inspiração para o livro?
No começo seria totalmente diferente do que é. Queria fazer algo como Grimm, mas acabei voltando atrás e transformando tudo. Fiz meu próprio universo. Acabei me inspirando dentro dele.

Qual foi sua inspiração para o protagonista? 
Eu gosto muito da Greta. Acho que ela tem muito de mim, inicialmente - mas foi tomando sua própria forma, suas próprias vontades. Engraçado como aconteceu. Hoje sinto que poderia ser como uma filha minha realmente ou uma das minhas melhores amigas. Algo assim.

Tem algum personagem que você considere especial, além do protagonista, na trama? Com que motivo?
Difícil. Eu escolheria o Vinci. Ele foi um personagem divertido de criar, imaginar seu mundo, sua cultura e sua história. O idioma, principalmente. O fato de ser um "monstrinho" de outra dimensão me deixa feliz. Sem o Vinci, Greta não saberia onde ir.

Qual das cenas você considera mais importante? Qual o motivo?
A que aparece na capa do livro. Acho que é um dos grandes momentos. É o momento da Greta saber ou não se toda a jornada dela foi em vão. É como saber se você passou no vestibular (risos).

Em sua concepção, com que motivo as pessoas deveriam ler seu livro?
Pergunta capciosa! (risos) Eu já o li várias vezes. É um livro divertido, a narrativa cresce. Não canso de ler. Eu me pego pensando se fui eu mesma que escrevi! (risos) Não sei muito bem responder essa pergunta, a sua, sem pensar em mim, mas eu o escrevi, então isso é muito capcioso! (mais risos).

Tem alguma cena que você chorou durante a escrita? Qual o motivo?
A última cena! Foi o final do meu primeiro livro, fiquei muito emocionada. Eu chorei demais, fiquei repetindo "acabei, não acredito". Foi bem intenso.

Deixe uma mensagem para seus leitores e futuros leitores.
É tão bom dividir esse mundo. Agradeço por isso.

Resenha / Abryel

Oi genteeeee! Tudo bem? Hoje venho resenhando um livro Ó-T-I-M-O! É o primeiro de livro da Trilogia Paralela que foi publicado pela Editora Chiado, recebi faz um tempinho, mas só agora eu o li e amei muitíssimo, entrou na minha lista de favoritos! Estamos falando do livro Abryel do autor Wellington Pinto.

Capa do livro ABRYEL

SINOPSE: Dois Universos com dádivas distintas. Um evento desestabiliza a ordem. Cabe a um Etrusco restaurar a paz. Não há piedade. Resta desolação. O equilíbrio entre dois mundos foi afetado. Dá-se início a Trilogia Paralela.

O Mundo Paralelo coexiste com sua irmã gêmea em outro plano, ambos necessitam estar bem e a ruína de um pode reapresentar a falência de outro. A eles foi dada a dádiva da tecnologia e a nós coube a magia. Deus não permitiu que ambos possuíssem ambas as maravilhas, pois temeu que a criatura almejasse tornar-se maior que o criador. 

O livro contém com o projeto Evoluir, e mesmo que o autor não dê muitos detalhes ou informações a mais sobre este projeto, ele é como uma aba principal para toda história poder continuar prosseguindo com coerência e ir entre fatos, o livro é bastante é rondado de mistérios, mas claro... Em uma trilogia ou saga nunca saberemos tudo logo no primeiro livro.
O autor soube bem criar uma história de ficção cientifica por que na maioria das vezes atualmente, apenas vemos histórias sem nexo e que não tem coisa com coisa, fica uma coisa ridícula, e o escritor conseguiu colocar todos os pontos e fez com que os fatos tivessem relação com a ficção da obra, e além da história, o projeto Evoluir (também integrante do livro) foi como um marco, pois o autor conseguiu diagnosticar o que precisava e colocou lá.
O roteiro acontece no ano de 2199 e vemos a vida de três pessoas, ambos são machos e em três lugares diferentes do mundo.

Cícero do Rio de Janeiro.
Miki de Tóquio.
David de Nova York.

E, além disso, também vemos antes do apocalipse na cidade de Étruria no ano de 476 a.C.
O autor soube evidenciar cada lugar com grande esperteza e agilidade, e o melhor, sem nenhum erro! Sério... Por mais que achamos que é difícil descrever um lugar que não estamos nele, o autor fez isso com grande maestria! Tanto é que parece que ele viveu nestes lugares, bem... Eu não sei se ele morou lá, mas se ele escreveu bem, escreveu.
Bem, gente... Recomendo este livro demais! E terminamos por aqui.

Resenha / Centúrias


Finalmente estou de férias, então estou muiiiiiiiiito feliz! Hahaha, ai quando faltar cinco dias para a volta das aulas, já bate aquela bad de sempre. Hoje vim resenhar este livro maravilhoso, que li bem rápido, mas como estava tendo provas em cima de provas e trabalhos em cima de trabalhos demorei a resenhar e postar aqui.
Eu já esperava que esse livro iria ser ótimo, pois sou bastante fã da Bruna desde que li o seu romance Mais que Uma Escolha que é uma verdadeira obra de arte de nossa literatura nacional, e ela repetiu novamente o feito com Centúrias, não prolongou a história deixando-a cansativo, mas fez o contrário, escolheu o momento certo de cada coisa acontecer, acertando na cronologia da história, e nos surpreendendo capítulo por capítulo.

SINOPSE:“Nem assumindo minha verdadeira natureza eu conseguia libertá-lo. E as outras bruxas não podiam se mover. Parecia que tudo estava perdido. Segurei a chave, tentando resgatar meus poderes, lutando contra o bloqueio negativo que me enredava e ameaçava a vida de Igor. Se houve um tempo em que não acreditei no amor, agora não acreditava na possibilidade de existir sem tê-lo ao meu lado. Havia muito em jogo. A ordem centuriana; a vida das criaturas claras; meu sol. Por isso, eu precisava reagir. Já havíamos passado por tantas coisas e não seria justo que após tantos desencontros fôssemos separados novamente. Repassei os ensinamentos da feiticeira-anciã. A resposta, ela dizia, está dentro de nós. É preciso acreditar na magia. Foi então que percebi: eu não lutava apenas contra os meus inimigos. Lutava contra o peso da realidade e de minhas próprias limitações”.

Em Centúrias, é contada a história da jovem Aylá, que em uma vida por assim dizer, de forma nômade, devido a sua mãe que faz com que elas troquem de cidade frequentemente, exatamente por isso mesmo, que o relacionamento entre as duas não é um dos melhores. E novamente elas vão mudar de cidade, desta vez para Pitfal. E lá, ela encontrará coisas inesperadas, já que a mesma pensava que ia ser como todas as outras vezes que sua mãe se mete em um relacionamento, acha que está apaixonada, terminam e ela precisa novamente se mudar de cidade.
A garota gosta muito de livros, então não demora muito pra conhecer a biblioteca da cidade, e é lá onde ela ia passar a maior parte de seu tempo, para evitar encontrar-se com sua mãe. Lá ela conhece Igor Telfort e apaixona-se por ele. Em um estranho sonho durante a noite, Aylá tem um sonho pra lá de misterioso, e é assim que ela encontra um diário debaixo de sua cama onde há coisas sobre seu passado, presente e futuro. Ela fica abismada com aquilo tudo. O que poderia acontecer de mais estranho nesta troca de cidade?
O seu relacionamento com Igor continua avançando, mas ela percebe que aquilo tudo em sua vida está muito estranho, e a vida do garoto também é estranha, o relacionamento entre eles está cheio de mistérios e curiosidades que a jovem não consegue entender o porquê daquilo tudo. 
A narrativa do livro é em primeira pessoa, e a autora consegue fazer com que fiquemos entretidos na narrativa. Como sempre posso esperar isto da Bruna. É um livro simplesmente perfeito, cheio de surpresas e reflexões. A Aylá descobre sobre sua vida, mas com reflexões e acontecimentos no livro, podemos chegar até a entender um pouco sobre nossa própria vida. A Bruna consegue fazer isso de uma maneira perfeita.
Aylá descobre sobre uma guerra que está acontecendo, uma guerra de bruxaria, entre dois clãs, o clã Centúrias que prega o amor e o clã Dargais que são malvadas e quer que muitas pessoas tenham seu fim da pior maneira.
O livro envolve fantasia e romance, é difícil de encontrar um livro que me fez apaixonar-me tão rápido pelos personagens, pelo enredo e pela narrativa. A Bruna novamente está de parabéns por mais um trabalho em que ela nos fascina.

Resenha / Twin Peaks

Olá pessoas! Tudo ótimo com vocês? Espero que sim! Para variar, aqui a situação está nem boa, nem ruim, hahaha! 
Hoje venho falar de mais um clássico, e também publicado aqui no Brasil pela editora Darkside Books. O livro é de um dos maiores fã da famosa série que leva o mesmo nome, no livro, ele explica alguns mistérios que vários fãs tentaram criar teorias durante anos. Tão fã que decidiu criar este projeto com vários segredos da trama.
A série foi lançada em 8 de abril de 1990 e teve seu fim em 10 de junho de 1991 e sua transmissão foi realizada pela emissora ABC. Mas sem mais delongas, vamos à resenha?

SINOPSE: Em TWIN PEAKS [ARQUIVOS E MEMÓRIAS], a verdadeira história oral da pacata cidade madeireira é escrita e pesquisada por um filho nativo. Brad Dukes investigou a fundo os segredos daquele microuniverso surreal e corriqueiro, e promete esclarecer todas as nossas dúvidas sobre Laura Palmer, Bob e o agente Cooper, entre outros. O livro traz impressões inéditas e exclusivas do cocriador da série, Mark Frost, e de membros do elenco, como Kyle MacLachlan, Joan Chen, Sherilyn Fenn, Piper Laurie, Michael Ontkean, Ray Wise e Billy Zane, entre muitos outros. 

Uma das pessoas por trás da série, o Mark Frost, lançou outro livro sobre a série, intitulado A História Secreta de Twin Peaks pela Companhia das Letras. Logo no inicio do livro de Arquivos e Memórias, no prólogo, ele conta a história de como se apaixonou pela série, quando em uma noite chegou na sala e viu sua mãe assistindo, assistiu um pouco e se fascinou pelo que estava sendo transmitido.
Com o amor todo que ele tinha pela série, decidiu criar um livro, que é mais do que um documentário. Para completar o livro, ele precisou fazer cerca de cem entrevistas com diversas pessoas ligadas a séries, incluindo o criador Mark Frost.
A narrativa é exótica e bastante admirável, pois nos dá vontade de ler mais para descobrirmos algumas curiosidades sobre a produção da série. 
Após longos vinte e seis anos, a série está recebendo um novo visual através da emissora Showtime e muitas pessoas por trás dessa produção, são as mesmas pessoas da primeira temporada, lançada em 1990.
Podemos dizer que foi o marco inicial para muitas obras de sucesso, uma jovem popular foi assassinada na cidade, ninguém sabe nem quem e nem como, então o FBI foi acionado e o detetive Dale Cooper encabeça todas as investigações. Podemos dizer que isso é quase cerca de 50% do mesmo gênero hoje em dia, né?
É um livro incrível que retrata tudo sobre a série, e a mesma também é muito boa, onde faz uma visão profunda e filosófica da sociedade, chegando ao sobrenatural e nos encantando com a beleza do feio.

Resenha / Frankenstein


Olá pessoas, tudo ótimo com vocês? Espero que sim. As férias estão começando, então vai ter muitas postagens por semana, e espero que após as férias, eu continue com a mesma frequência de postagens. Então vamos lá! Hoje eu trouxe a resenha do livro Frankenstein da grande Mary Shelley, a obra é um clássico da literatura e a autora ajudou muito com suas obras servindo de inspiração para outros livros do gênero.
Algumas pessoas que são fãs do gênero sabem como surgiu o livro, mas para quem não sabe, irei contar. A Mary estava com o Lord Byron, Percy Shelley e John Polidori em Genebra. Lord Byron teve uma ideia em uma noite e sugeriu ao seus colegas o desafio de cada um deles escrever um livro do gênero terror. Só a Mary conseguiu finalizar a obra, e a mesma teve um grande sucesso. A primeira publicação foi em 1818, e só no Brasil, o livro teve mais de 60 edições!

SINOPSE: princípio, tratava-se de um pequeno conto sobre um jovem estudante suíço que ambicionava criar um ser ideal, injetando vida a um corpo morto. Mais tarde, transformado em romance, tornou-se um marco na literatura do gênero. Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein; or the Modern Prometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. 

Victor Frankenstein, assume um dos principais papéis da trama, ele estuda ciência natural. Desde criança ele é bastante curioso e sonha em um dia ser um daqueles cientistas bem famosos capazer de mudar o futuro da humanidade. Em uma aula onde seu professor fala destes cientistas de sucesso, o mesmo começa a realizar uma pesquisa e com aquilo, ele pretende que seja seu ponta-pé inicial para mudança.
O estudante quer criar vida a partir da matéria morta, e é assim que ele cria A Criatura feita com pedaços asquerosos e fedorentes de algumas pessoas mortas. Quando ele atinge o sucesso da criação, o cientista decide abandonar aquilo. 

Quantas coisas não descobriríamos se a covardia e o descuido não contivessem nossos questionamentos.

Muitos pensam que Frankenstein é o monstro, mas não, é o nome do estudante. O monstro é descrito como A Criatura, então sem nome, é um detalhe bastante importante. Outro detalhe para algumas pessoas que não leram é: Não há amor entre o criador e a criatura. Muitos desenhos animados e até filmes, passam como se fosse a coisa mais bela do mundo o contato entre os dois, mas está longe de ser isto.
Todos tem medo desta criatura, mas a única coisa que ela quer é ser amada, por isso mesmo ela desenvolve um grande ódio por todos os humanos, e decide fazer um mal a quem o criou. O livro é bem simples, é classificado como terror, mas eu acho que é mais um drama. A narração do livro é bastante boa, o avanço dos fatos não há nem um absurdo, e também os personagens e a trama é bem construída, assim como a história é envolvente.

Resenha / Os Elefantes Não Esquecem


Oi gente! Tudo ótimo com vocês? Venho trazendo hoje uma resenha do livro Elefantes Não Esquecem que tem o detetive Hercule Poirot e é escrito pela famosa Rainha do Crime, vamos lá!
Agatha Christie
Srta. Oliver e também conhecida por alguns como Ariadne Oliver é uma autora renomada de livros policiais e ficção quando é convidada para ser homenageada junto com outros autores também renomados em um jantar, e ainda no dia, ela está com muito ressentimento em ir, já que fica muito incomodada com estes eventos e a maneira de os fãs falarem com ela que a deixa sem jeito de responder a tantos elogios que recebe em suas obras que fica até sem graça! Mas mesmo assim, ela se prepara para este jantar e decide ir, quando já ia indo embora, uma mulher puxa ela para fazer diversas perguntas, pois segundo esta mulher os seus livros mostram que ela é uma conhecedora do espirito.
Essa mulher é a senhora Burton-Cox, uma dama rica de alta classe que tem um filho adotivo, chamado Desmond, e este mesmo vai se casar com a afilhada da Srta. Oliver, a Celia Ravenscroft. A sr. Burton-Cox pergunta a Ariadne sobre os pais da sua afilhada, que foram encontrados mortos em um penhasco e suas mortes ainda envolvem muito mistério, e muitos dizem que foi um pacto de morte onde o esposo matou a esposa ou foi vice-versa. E Ariadne pensa que ela faz essas perguntas por que acha que a hereditariedade de Celia tenha sido mais transmitida pelo lado materno, e como ela não sabia de nada e tinha perdido a intimidade com o casal e sua afilhada não pôde responder, e ela também não gosta de abelhudas, mesmo considerando-se uma.
A Lady Ravenscroft e Srta. Oliver foram colegas e muito amigas na adolescência, até cada uma seguir uma posição diferente, encontrarem o amor de suas vidas, casarem-se e mudarem de país, até que a distância limitou o contato de ambas.
Os pais de Celia, Sir Alistair Ravenscroft e Lady Ravenscroft após saírem para caminharem como faziam geralmente, foram encontrados no penhasco mortos por um dos empregados que estavam junto com eles na casa, e na arma encontrada também dita como arma do crime, havia digitais dos dois, ficando inviável de descobrir tanto o motivo e quem havia matado quem e após suicidar-se, o caso ficou em discussão em muitos jornais de vários países, já que Sir Alistair também era muito conhecido e respeitado e Lady Ravenscroft usava muitas perucas, o que faz rondar um mistério mais ainda, como não havia causas e o mistério continuou só restou suposições, o caso foi arquivado e esquecido pelo tempo, dado como sem resolução.
Após que saiu do jantar, Srta. Oliver ficou muito intrigada e com diversas perguntas ainda mais em sua cabeça, e só poderia resolver esse caso se fosse pedir ajuda de seu amigo Hercule Poirot que é detetive e famoso por resolver diversos casos, mas logo a falar sobre esse caso a ele, Poirot sabe que esse caso pode demorar e que mexer com o passado pode trazer problemas no presente, mas mesmo assim, Ariadne pede a ele que ajude-a a resolver este mistério, e que junto com ela, cace elefantes, pois: Elefantes nunca esquece, e ele aceita.
O livro é publicado pela editora Nova Fronteira e tem diversas versões, comprei a versão capa dura junto com mais dois livros da autora: Morte na Mesopotâmia e Mansão Hollow. O acabamento do livro é impecável, e a diagramação também, não vi nenhum erro ortográfico no livro e uma das coisas que mais amei no livro foi a edição do projeto gráfico do livro, o roteiro do livro é viciante, e por ele ser um livro pequeno de cerca de 176 páginas, pode ler ele em um dia.

Projeto Gráfico
Já li o livro Morte na Mesopotâmia, e como este livro, ela não decepcionou no roteiro da história e de maneira alguma chega a ser chato, não consegui parar o livro até terminar e descobrir como tudo se resolveu. Dou cinco estrelinhas para essa trama.

Resenha / Obstinada


Oi galera que acompanha o blog, tudo bem com vocês? Espero que sim! Hoje trazemos uma resenha especial do livro Obstinada da Sylvia Day.
A série Georgian tem 4 livros



O livro é o primeiro da série Georgian e nos traz um romance histórico com uma trama envolvente digno de um filme, e claro que não podia faltar a cenas de hot, né?!
A autora sabe fazer um belo trabalho com livros hots, mas o melhor deste livro, é que não é tudo hot, tem a trama que nos envolve de um jeito encantador, nossa... Esse livro é uma completa loucura! Não é atoa que tanto a autora como a série é um sucesso...
O livro tem os personagens Marcus Asford que é o Conde de Westfield e Elizabeth Hawthorne e se passa no ano de 1770, e só para você ver a loucura... Elizabeth e Marcus são um casal e um não-casal – risos –, as cenas deles são provocadoras, porém Elizabeth foge para viver com outro. E sabe o motivo desta fuga? Elizabeth como uma mulher que tem dignidade viu o Marcus com outra mulher e decidiu fugir, mesmo que isso causasse grande fofoca. Até por que o principal é nossa dignidade, né?
O livro tem 295 páginas, sendo que tem um epílogo e vinte e três capítulos ao todo.  A diagramação como sempre é impecável, a folha é amarelada, e na edição econômica é branca, a capa das duas versões são bastante diferentes, não em termos visuais, mas a capa da edição normal quando tocamos parece que tem um deluxe a mais enquanto a edição econômica é mais simples.
A autora soube prosseguir com a história e não ficou como muitos tantos outros livros em que acontece uma coisa, e no mesmo tempo acontece mil e uma coisas, e você fica sem entender nada, é chato demais livros deste tipo!
Marcus tenta procurar Elizabeth para explicar-se, mas ela continua a fugir dele por que pensa que ele é um traidor e não merece nem pedir desculpas, e vemos o grande amor que o Conde tem por ela.

Sylvia Day
Um detalhe... Marcus também é agente da coroa britânica, hein!
Quando foge de Marcus, Elizabeth casa com Nigel que trabalha a favor do governo em uma ação responsável por prender infratores, assim ele ganha dinheiro para sustentar ambos, só que ele é morto. E adivinha quem volta à vida de Elizabeth? Sim... É esse mesmo que você está pensando... O Marcus, mas não é do jeito que você está pensando (risos).
O Marcus que como vocês sabem é agente da coroa britânica e ele recebe a missão de proteger Elizabeth que recebeu um diário escrito pelo seu falecido marido. Eles têm um contato, mas soltam farpas e indiretas um para o outro, ou seja, o livro se prolonga um bom tempo, até o amor reinar por causa da trama.

Resenha / Prince of Thorns


Oi gente! Tudo bem com vocês? Estou animado com este post do blog, e espero muitíssimo que vocês gostem! Vou resenhar um dos meus livros preferidos e que eu amei bastante, para servir de recomendação para uma boa leitura a vocês.

“Envolvemos nosso mundo violento e misterioso num pretenso conhecimento. Embrulhamos os vácuos de nossa compreensão com ciência ou religião, e passamos a acreditar que a ordem foi imposta.”

Para começar esta resenha, vou falar primeiramente que o primeiro livro da trilogia, é um pouco parado, mas conforme as páginas vão passando, a trama vai melhorando e muito e as reviravoltas só aumentam.


Começamos o livro com o protagonista do livro, o príncipe Honório Jorg Ancrath, com apenas 8 anos de idade foi atacado durante uma viagem junto com sua mãe e se irmão caçula, mal sabia ele que aquele ataque marcaria o resto de toda sua vida... E nisto, um dos membros do ataque o jogaram em um arbusto de roseira brava e os espinhos da roseira rasgaram e dilaceraram sua carne e viu sua mãe e seu irmão sendo assassinados brutalmente, e o que mais o indignou: Ele não podia fazer nada, nem mesmo ajudar a si mesmo. 
Com a sua revolta, ele dedicou-se muito e foi ensinado por um tutor, e nisso passa-se anos, e quando ele já tem 11 anos em ele já estava meio que cansado de continuar sendo treinado pelo seu tutor e estava sedento por vingança, então agiu soltando todos os assassinos das masmorras do seu pai, e forma um bando com eles.

"Guerra, meus amigos é uma coisa bela. Aqueles que dizem o contrário não sabem o que estão perdendo." 
Príncipe Honório Jorg Ancrath

E neste meio tempo aprendendo a lutar e como ser um guerreiro com os outros assassinos mais profissionais, ele se torna uma espécie de anti-herói que todos amam inclusive seu adorável pai, depois de um tempo, ele é chamado no reino de seu pai, e ele ainda tenta ganhar o respeito de seu pai e assim neste desejo, ele propõe uma missão que nem mesmo o seu pai que se intitula o maior e o melhor conseguiu fazer. E a cada dia passando ele só é consumido pelo desejo de vingança da morte de seus familiares. Um novo tempo chega aos Ancrath.

Sabe aqueles livros que te prendem do inicio ao fim? Prince of thorns não é ele. Prince of Thorns é o primeiro livro da trilogia dos Espinhos e é publicada aqui no Brasil pela editora Darkside Books, a trilogia foi escrito pelo autor Mark Lawrence. O inicio do livro é chato e entediante, mas vamos descobrindo coisas novas e tretas novas também vão aparecendo na trama, e só melhora! Eu comprei o primeiro e o segundo livro pelo submarino e amei, o design é lindo de bater palmas com os pés e as mãos, e também a diagramação é divina. Se quiser ler um livro cheio de mistério e diversos segredos que vai melhorando a história, leia Prince of Thorns!


Resenha / O Penhasco


Oi galera! Hoje trago a resenha do livro nacional O Penhasco da autora Carine Raposo publicado aqui pela editora Cadmo.

SINOPSE: “Teria sido uma noite como qualquer outra, se ele não tivesse aparecido. E se eu não estivesse completamente sozinha. Com um estranho em um Penhasco e sem lembrar-me como fui parar ali. Assustei-me quando ele se materializou à minha frente. Nunca vi olhos iguais. Verdes, como esmeraldas. Meu medo se tornou ainda maior com meu próprio desejo, que me preencheu inexplicavelmente em um segundo ou menos. Mas seu olhar me provocava uma sensação incômoda. Parecia gritar que alguma coisa muito ruim acontecia naquele instante. Ainda assim, demorei a me convencer. Não podia ser real. No início, pensei que tudo fosse apenas um sonho. Quando despertei, já era tarde.”.

Capa do livro
Liza pensou que no seu aniversário de 21 anos poderia ser o dia mais feliz de toda sua vida, já que havia ganhado uma viagem para a Califórnia e toda sua família iria a acompanhar, estava errada. Seus pais acabaram sumindo e deixando ela só com sua irmã mais nova, Raquel. Então ela precisava cuidar de sua irmã e neste período tentar ser a pessoa mais responsável que existe nessa terra, ela sabia que aquilo era uma missão difícil já que não tinham muito dinheiro no bolso – elas só havia o dinheiro que seus pais haviam feito para o fundo da faculdade de Liza, nada mais que isso. –, e sua irmã era uma adolescente rebelde que faz o que quer da vida.
Desde que seus pais sumiram, ela está sonhando com um rapaz em um penhasco e o que ela mais estranha nisso, e o motivo destes sonhos estar se repetindo tantas vezes, o que a deixa totalmente confusa. Mas algo muda, em um dia, ela conversa com ela – algo que não estava acontecendo – e revela seu nome a ela, Nathaniel.
Quando Liza percebe que já é hora de dizer chega, percebeu que seus pais não tinham aparecido a aquela altura do campeonato e o dinheiro acabava de pouco em pouco, resolveu trancar a faculdade e morar em Winterhill junto com seu melhor amigo e sua melhor amiga – Ben e Amanda, respectivamente. –, lá achava que a irmã poderia sentir um pouco mais confortável e não seria uma adolescente tão rebelde e bruta, já que nos meses anteriores Liza quase que não sabia o que fazer com ela, sem parecer uma mãe e sem parecer uma irmã que ama ela demais.

Contra-capa do livro
Liza para poder conseguir dinheiro novamente, precisa trabalhar como garçonete e faz muito tempo que não sonha com o rapaz do penhasco, foi de uma forma que ela apaixonou-se por ele, mesmo duvidando que fosse apenas um sonho, mas no fundo sabia que não era apenas um sonho.
Seus dias se resumem em tentar ver o rapaz do penhasco novamente, trabalhar e tentar controlar sua irmã chata que agora está se envolvendo em amizades que podem ser destrutivas a ela. E para sua surpresa, ela começa a ouvir vozes de Nathaniel, o que a faz achar que está mesmo louca.
Sua irmã pede conselhos sobre garotos, o que deixou ela maravilhada, já que nunca imaginou que sua irmã a achasse que ela fosse seu porto seguro e que um dia iria pedir algum conselho a ela, mas após ela descrever o garoto quase que idêntico a Nathaniel, ela fica pensativa sobre o assunto.
Muito tempo se passa e Liza sente que o seu porto seguro é Nathaniel e o penhasco, mas há uma sombra do mal que a persegue,  deixando ela sem saber o que fazer.

Diagramação do livro
A diagramação e a capa são perfeitas! Foi um dos motivos que me fez comprar o livro, não sabia como não ter um livro tão bonito como esse na estante, acho que foi um dos projetos mais lindos que eu tenho na estante.
A leitura flui, e a história é bem adolescente mesmo a protagonista tendo 21 anos de idade, o livro prende a pessoa, e o romance e toda fantasia unida deixa a leitura fluir, o dicionário de palavras do livro não é difícil, o que deixa a leitura sem muitas dificuldades, a cada página do livro queremos ler mais, e após ler O Penhasco fiquei querendo ler muito o próximo livro, já que é uma trilogia.

Resenha / Um Dia

Oi gente! Estão gostando que estejamos tendo postagens todos os dias dessa semana? Vou tentar continuar nesta linha nas semanas seguintes, espero que tenham gostado dessas nossas postagens!
Venho hoje com a resenha do livro Um Dia do autor David Nicholls e trazido para o Brasil pela editora Intrínseca.

E quem for ler? Pode ter certeza que vai amar este livro fantástico que tem uma bela história de amor que é quase imaginável a confiança e a cumplicidade em que ambos os temos, antes de tudo, precisamos ser amigos para nos apaixonar, e Um Dia conta a história de amigos que se apaixonaram com suas situações vividas, pelas consequências não muito boas do destino e com a alegria e tristeza que vivemos em nosso dia a dia. A obra é uma das melhor que eu já li, ou talvez a melhor.
Todos os capítulos são no dia 15 de julho, uma data muito especial, o dia que eles se conheceram e finalmente descobriram a química entre eles, que foi decidido cada um ir para o seu lado, mas o que ambos provavelmente sabiam, eram que nunca iam se esquecer do outro.

''Você é linda, sua velha rabugenta, e se eu pudesse te dar só um presente para o resto da vida seria este. Confiança. Seria o presente da confiança. Ou isso ou uma vela perfumada.''

Cada cena, cada trecho e cada frase do livro é marcante, faz bem uns 4 anos que comprei o livro, e só fui ler no inicio do ano passado, e fiquei decepcionado comigo mesmo por nunca ter tomado iniciativa de começar o livro, e se deparar com aquela obra de arte em letras.
Os personagens Emma e Dex são bem construídos tanto quanto a história que foi bem trabalhada e esculpida pelo autor até que ficasse nos melhores arranques possíveis, não foi atoa que a maioria que leem o livro acaba gostando muito e também o livro foi considerado muitas vezes um dos melhores de romance, e em outras ocasiões como o melhor casal, mais motivos para você ler essa fascinante história.

Em alguns anos, eles trocam cartas, em outros viajam juntos e em outros capítulos suas histórias são passadas em lugares diferentes mas sempre com alguma conexão que os ligam para o amor entre eles.
Dex torna-se apresentador e é assim que sua carreira vai desabando de pouco em pouco por causa de seus vícios alcoólicos e ele que antes era contratado para apresentar programas com uma audiência ótima, agora é contratado para programas pela madrugada com uma audiência baixíssima, seus sonhos de ter sucesso foram todos despedaçados. E claro, teve vários romances.
Emma começou namorando e terminaram, depois de um tempo ela começa a namorar um parceiro de trabalho, e sabe depois na confusão toda, seus sonhos também foram despedaçados.
Os sonhos que eles tanto imaginavam juntos depois de ambos fracassarem nos seus sonhos. Poderia finalmente se realizar? A promessa que fizeram, que ao chegassem aos 50 anos e ambos estivessem solteiros, eles casariam. Será que a paixão foi mais forte? Será que o casamento deu certo?

Curiosidades - As Crônicas de Ardak


E aí galera? Tudo bom com vocês? Nesta quarta, trago vinte curiosidades sobre o livro As Crônicas de Ardak do autor João Pedro Cosenza Maura! O livro entrou em pré venda há pouco tempo no site da Editora PenDragon, e está por apenas R$32,90. Quem quiser adquirir, só clicar aqui
Vamos para as curiosidades?

1º - 90% do universo das Crônicas de Ardak não foi criado por mim, mas sim por um amigo chamado Lucas Gutierre Craveiro, mesmo assim, ele não pediu nada dos direitos autorais e também não pediu para ser citado como co-autor.

2º - Eu sempre escrevo melhor quando estou triste, parece que me motiva a transpassar isso para o papel.

3º - Ao contrário de muita gente, que prefere o silêncio absoluto, eu me sinto melhor escrevendo quando tem uma boa trilha sonora, na maioria das vezes, música instrumental.

4º - Antes de “As Crônicas de Ardak, o Reino de Drakeon” virar livro, eu postava ela em formato de fanfic no Spirit, com o nome de “Taverna de Drakeon”.

5º - Durante muito tempo, escrevi sobre a personagem Agatha como se fosse o estilo de mulher ideal. (hoje em dia não penso mais assim)

6º - Apesar do primeiro livro ser muito especial, eu acredito que vá ser o pior de todos, em questão de história.

7º - Pra explicar melhor a anterior, a sequência “As Crônicas de Ardak” provavelmente terá 4 livros!

8º - O livro que estou mais ansioso para escrever e lançar é o terceiro, é o livro que vai acontecer o maior número de revelações.

9º - O personagem, depois do protagonista, que eu mais admiro e gosto é o Tristan.

10º - No universo das crônicas, o nível de “poder” é realmente bem elevado, então muitos personagens podem ser facilmente equiparados a Deuses. 

11º - Em complemento ao anterior, o personagem que eu considero mais forte nas crônicas, pelo menos em seu máximo potencial, também é o Tristan.

12º - Antes de mandar pra editora, eu mandava cada capítulo que eu escrevia para um editor amigo meu, para manter um certo nível de qualidade em todos os capítulos, caso ele não achasse bom, eu reescrevia.

13º - Um leitor, da época da fanfic, gostou tanto das Crônicas que me pediu permissão para fazer uma história sobre o universo, só que se passando nos dias atuais. 

14º - Por conta do item anterior, eu prometi que colocaria o seu personagem na história, ele estará presente no segundo livro e será muito importante (sem falar que será tão forte quanto o Joe).

15º - Em algumas cenas, os diálogos foram criados a partir de músicas que eu gosto muito, como por exemplo, no penúltimo capítulo o Joe “cita” uma parte de Amazing, do Aerosmith.

16º - Antes de virar uma história, As Crônicas de Ardak eram um RPG de mesa mestrado pelo mesmo “co-autor” citado lá em cima.

17º - As cenas onde eu descrevo Joe usando artes marciais de fato são reais, eu tenho um conhecimento básico sobre artes marciais e pesquisei o restante, um dos meus desejos ao escrever o livro era que as cenas de batalha fossem realmente “possíveis” de se executar. 

18º - Essa curiosidade é um possível spoiler, então cuidado. Quando eu criei a história, o meu desejo era que fosse um clichê que fugisse do clichê. Sim, eu sei, é confuso, mas tudo que posso dizer é o seguinte, por mais que a história se encaminhe para algo que parece óbvio, na verdade está tudo errado.

19º - Sempre quando eu escrevo uma cena triste, tento me imaginar no lugar do leitor. Se eu não chorar, eu reescrevo, pois creio que estou fazendo errado.

20º - Essa provavelmente é a curiosidade mais esperada, eu pretendia revelar mais pra frente, mas vamos lá.
“Por que o sobrenome Frost para um usuário de fogo?”
Pois bem, eu escolhi o Frost não propriamente pelo gelo, mas sim pela “frieza”. É conhecido que a morte por fogo é uma das mais doloridas, se não for a pior de todas. Para um ser humano conseguir matar outro usando o fogo, ele deve ser extremamente frio. Essa é uma característica que circula desde os primórdios da criação os “Frost’s”.

21º (BÔNUS): Durante a mesa de RPG das crônicas, o meu personagem, Joe Frost, morreu por causa de uma sequência de dados ruins e decisões tão ruins quanto pela minha parte.
22º (Double Bônus): O personagem que me matou no RPG eu fiz questão de matar na história, muito bem matado, vocês provavelmente serão capazes de identificar quando o livro finalmente sair :^).

Conhecendo o autor João Pedro Cosenza Maura

Olá pessoal! Nesta segunda-feira, entrevistei o autor João Pedro Cosenza Maura, o livro dele acabou de entrar em pré venda no site da PenDragon, e você pode adquirir por apenas R$32,90. O livro é fantasia medieval, como tem muitas pessoas que gostam do gênero, provavelmente, também vão se entender com o autor que é apaixonadíssimo pelo gênero!

AMDUL: Como foi o processo de criação do livro?
JP: Longo, sem dúvidas. Essa é a palavra que mais descreve. Foram aproximadamente quatro anos escrevendo tudo, eu reescrevi várias vezes e tive várias pausas no processo por inúmeros motivos, mas foi muito satisfatória ao mesmo tempo.
AMDUL: Qual foi sua inspiração para o protagonista? 
JP: O protagonista é uma criação minha onde juntei tudo que eu mais gostava. Quando pequeno, eu gostava muito do Yusuke Urameshi, protagonista de Yu Yu Hakusho, então boa parte de minha inspiração veio dele.
AMDUL: Tem algum personagem que você considere especial, além do protagonista, na trama? Com que motivo?
JP: Na verdade, há vários. Todos os personagens principais são criação minha, alguns são criados junto com meus amigos quando jogávamos um jogo de RPG. É justamente esse o motivo no qual os acho especiais. Não são apenas personagens. São personificações de tudo que meus melhores amigos gostariam de ser.
AMDUL: Quais são suas metas para esse livro?
JP: Sinceramente, eu desejo que o livro fique bastante conhecido. Não estou preocupado com o dinheiro, mas espero que as pessoas façam discussões, fansart, fóruns e muito mais sobre ele. Um dos meus sonhos é ver um tópico sobre quem é mais forte, Joe ou Tristan.
AMDUL: De onde veio a inspiração para a criação do livro?
JP: Após jogar o melhor jogo de RPG de mesa de minha vida. Eu pensei que era injusto ele estar apenas na memória de poucas pessoas. Era um jogo bom demais, então quis levar para mais pessoas.
AMDUL: Qual mensagem você quis passar para os leitores? 
JP: Desde pequeno, sou apaixonado pelos clichês, então a mensagem que eu passo, também é muito clichê. 'Nunca desista'. Nunca se dê por vencido, acreditar fielmente que aquela luta que se perde, é apenas a que você desiste. Além disso, também quero mostrar que muitas vezes o nosso caminho mudam completamente de direção comparado ao que estávamos planejando.
AMDUL: Você conseguiu atingir todos os pontos que queria neste livro?
JP: Isso é discutível, eu acredito que sim. Eu só enviei para a editora quando decidi que estava realmente bom, então eu atingi tudo que eu gostaria, mas sem dúvidas, sempre há como melhorar. Eu ainda sou um autor novato, tenho muito o que aprender.
AMDUL: Qual das cenas você considera mais importante? Qual o motivo?
JP: (SPOILER) Acho que a cena mais importante do primeiro livro, é o penúltimo capítulo. Onde Tristan se encontra adormecido, preso, dentro de seu próprio corpo. Nesta cena, Joe ignora todos os demônios, e luta até o fim, para conseguir seu rival de volta, que a esse ponto... Já está mais para irmão.
AMDUL: Em sua concepção, com que motivo as pessoas deveriam ler seu livro?
JP: As Crônicas de Ardak aborda um universo completamente novo, inexplorado. Por mais que fantasias medievais já tenham sido muito exploradas, nenhum livro até hoje, explorou desta forma. A fantasia do livro é ainda mais frequente que em qualquer obra, visto que os personagens são praticamente personagens de anime/mangá. Além disso, a história envolve o leitor. Fazendo-o querer prosseguir e saber onde tudo aquilo vai acabar.
AMDUL: Tem alguma cena que você chorou durante a escrita? Qual o motivo?
JP: (SPOILER) Sim, mais de uma inclusive. Mas a cena que mais me derrubou foi quando Joe acorda de um coma após perder, novamente, uma luta contra o inimigo que jurou derrotar e se vingar. Toda a sua vida havia sido dedicada para aquele momento, foi durante muito tempo, o único motivo que fazia Joe levantar-se da cama. Descrever seus sentimentos ao acordar e ver que tudo tinha sido inútil, machucou-me profundamente, sendo que eu havia muita afeição pelos personagens.
AMDUL: Deixe uma mensagem para seus leitores e futuros leitores.
JP: Caros leitores, mesmo que eu não saiba os seus nomes, saiba que estarei eternamente grato pela chance que me deram ao ler o livro, tenho certeza de que os que ainda não leram, irão gostar, como já citei outras vezes, vocês são a razão do qual eu escrevo.

As (Fantásticas) Crônicas de Ardak - João Pedro Cosenza Maura

Olá gente! Aqui estamos na primeira postagem do blog A Morte de Um Livro e começo neste domingo, uma semana especial de divulgação do livro As Crônicas de Ardak - Reino de Drakeon do autor nacional João Pedro Cosenza Maura
O livro é uma mistura entre romance épico medieval e fantasia e tem um pouco mais de 250 páginas. O autor é aposta da Editora PenDragon, e está em pré-venda. E a capa ainda tem uma capa fantástica! 
Quer saber um pouco mais sobre o livro? Vamos lá!
Joe é um garoto que nasceu sem saber a sua origem, apenas sabia que possuía uma aura de calor em volta do corpo. Como estamos falando de uma época medieval, qualquer coisa que fugisse ao padrão era mal visto pelos olhos da igreja, então Joe, mesmo sendo apenas uma criança, sempre foi taxado de demônio, apanhando frequentemente, passando fome, frio, e quaisquer outros desafios que a vida pudesse colocar.
Após uma deturbada vida, Joe finalmente foi capaz de encontrar a felicidade em uma moça chamada Agatha, mas logo em seguida um demônio fez com que a pouca bondade que ainda havia em Joe sumisse, levando sua amada embora. 
Joe jura vingança mas descobre algo que muda completamente sua jornada. 
Se interessou? Você pode adquirir o livro por apenas R$32.90 no site da editora, clique aqui.